Acidente em unidade ociosa reacende debate sobre segurança
Trinta e duas pessoas ficaram feridas após explosão e incêndio em plataforma na Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. A PCH-1 (Plataforma de Colheita de Hidrocarbonetos), desativada desde 2020, está localizada a 130 km da costa de Macaé. No momento do acidente, 177 profissionais trabalhavam a bordo em serviços de manutenção e habitabilidade.
As causas do ocorrido ainda são investigadas. A plataforma, que não está em operação, era utilizada para atividades de conservação e preservação das instalações. Especialistas apontam que unidades ociosas podem apresentar riscos específicos, exigindo protocolos de segurança rigorosos mesmo sem produção ativa.
Riscos em unidades ociosas
Especialistas em segurança offshore (segurança em operações no mar) explicam que, mesmo desativadas, as plataformas mantêm sistemas pressurizados, tanques com resíduos de hidrocarbonetos e redes elétricas ativas para os serviços de conservação. Esses fatores, somados à reduzida equipe fixa, podem aumentar a vulnerabilidade a acidentes. A sigla PCH significa Plataforma de Colheita de Hidrocarbonetos, conforme padrão técnico do setor.
Providências e investigação
A empresa operadora, a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), informou que está prestando assistência aos feridos e que abriu uma investigação para apurar as causas. A Marinha do Brasil foi acionada para acompanhar o caso, e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) também monitora a situação. Enquanto isso, o sindicato dos petroleiros cobra maior rigor nas normas de segurança para unidades paradas.
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📰 Fonte original: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/rj/video-explosao-e-incendio-deixam-32-vitimas-em-plataforma-de-petroleo/


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