Arquivo de Offshore Mundo - MarNews https://marnews.com.br/category/petroleo-mundo/ Notícias do setor marítimo, portuário e offshore Mon, 15 Jun 2026 22:40:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 https://marnews.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ext-custom-logo-1778148784530-150x150.webp Arquivo de Offshore Mundo - MarNews https://marnews.com.br/category/petroleo-mundo/ 32 32 Derrame de petróleo no Golfo do México atinge 1.000 km de costa mexicana https://marnews.com.br/derrame-de-petroleo-no-golfo-do-mexico-atinge-1-000-km-de-costa-mexicana/ https://marnews.com.br/derrame-de-petroleo-no-golfo-do-mexico-atinge-1-000-km-de-costa-mexicana/#respond Mon, 15 Jun 2026 22:40:54 +0000 https://marnews.com.br/derrame-de-petroleo-no-golfo-do-mexico-atinge-1-000-km-de-costa-mexicana/ Um dos maiores desastres ambientais da história recente do México atingiu o Golfo do México em fevereiro de 2026, quando um vazamento em um oleoduto de 36 polegadas da estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) liberou milhares de barris de petróleo bruto no mar. A mancha se espalhou por aproximadamente 1.000 quilômetros de litoral, afetando os estados

O post Derrame de petróleo no Golfo do México atinge 1.000 km de costa mexicana apareceu primeiro em MarNews.

]]>
Um dos maiores desastres ambientais da história recente do México atingiu o Golfo do México em fevereiro de 2026, quando um vazamento em um oleoduto de 36 polegadas da estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) liberou milhares de barris de petróleo bruto no mar. A mancha se espalhou por aproximadamente 1.000 quilômetros de litoral, afetando os estados de Campeche, Veracruz, Tabasco e Tamaulipas. O incidente, que só foi reconhecido publicamente pela empresa em abril, gerou protestos de pescadores, ambientalistas e comunidades locais, além de uma crise diplomática e econômica de grandes proporções.

Cronologia do desastre

O vazamento teve início em 6 de fevereiro de 2026, mas a Pemex só confirmou a origem do derrame em 16 de abril, após pressão da mídia e de organizações não governamentais. A demora na resposta agravou a situação, permitindo que o óleo se espalhasse por uma vasta área do Golfo. As autoridades mexicanas mobilizaram 3.145 pessoas, 2.000 metros de barreiras de contenção e 475 sobrevoos de reconhecimento, mas até o início de junho, apenas 889,4 toneladas de resíduos haviam sido recolhidas em 48 praias, das quais 32 foram consideradas limpas.

Impacto ambiental e econômico

O derrame causou danos severos à fauna marinha, incluindo tartarugas, aves e peixes, além de contaminar manguezais e áreas de reprodução de espécies ameaçadas. O setor pesqueiro, que emprega milhares de famílias na região, foi paralisado, e o turismo de Semana Santa sofreu queda drástica. Estima-se que os prejuízos econômicos ultrapassem US$ 500 milhões, sem contar os custos de limpeza e indenizações. A Procuradoria Federal de Proteção ao Ambiente (Profepa) abriu investigações para apurar responsabilidades.

Reações e protestos

No domingo, 5 de abril, centenas de moradores de Pajapan, no sul de Veracruz, marcharam sob o lema “Marcha por el mar y la laguna”, exigindo ações concretas do governo federal. Pescadores bloquearam estradas e portos, denunciando a inação das autoridades. A presidente Claudia Sheinbaum prometeu reforçar as operações de limpeza e punir os responsáveis, mas ambientalistas criticam a falta de transparência e a demora na contenção do vazamento.

Contexto geopolítico e lições para o Brasil

O desastre reacende o debate sobre a segurança operacional de plataformas e dutos de petróleo em todo o mundo. Para o Brasil, que possui uma vasta costa e opera centenas de plataformas no pré-sal, o caso serve como alerta. A Petrobras e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) devem revisar protocolos de emergência e investir em tecnologias de detecção precoce de vazamentos. O incidente também destaca a importância de planos de contingência robustos e da transparência na comunicação com a sociedade.

Operações de limpeza e desafios técnicos

As equipes de resposta utilizaram embarcações especializadas, dispersantes químicos e barreiras flutuantes, mas as condições climáticas adversas dificultaram o trabalho. A Secretaria de Marina coordenou operações aéreas e marítimas, enquanto a Pemex contratou 958 trabalhadores temporários para a limpeza manual das praias. Especialistas alertam que a remoção completa do óleo pode levar anos, e que os ecossistemas de manguezais podem levar décadas para se recuperar.

Impacto para o setor offshore brasileiro

O Brasil, como um dos maiores produtores de petróleo offshore do mundo, precisa estar atento a falhas em dutos e equipamentos subsea. A ANP realiza inspeções regulares, mas o caso mexicano mostra que a fiscalização precisa ser intensificada. Empresas como a Petrobras já adotam sistemas de monitoramento por satélite e ROVs (veículos operados remotamente), mas a integração de dados em tempo real ainda é um desafio. O derrame no Golfo do México pode acelerar a adoção de novas tecnologias, como sensores inteligentes e inteligência artificial para prever falhas.

Fontes e Referências

O post Derrame de petróleo no Golfo do México atinge 1.000 km de costa mexicana apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/derrame-de-petroleo-no-golfo-do-mexico-atinge-1-000-km-de-costa-mexicana/feed/ 0
Petrobras inicia produção do FPSO P-78 em Búzios, maior campo do pré-sal https://marnews.com.br/petrobras-inicia-producao-do-fpso-p-78-em-buzios-maior-campo-do-pre-sal/ https://marnews.com.br/petrobras-inicia-producao-do-fpso-p-78-em-buzios-maior-campo-do-pre-sal/#respond Wed, 10 Jun 2026 14:03:22 +0000 https://marnews.com.br/petrobras-inicia-producao-do-fpso-p-78-em-buzios-maior-campo-do-pre-sal/ A Petrobras iniciou, em 31 de dezembro de 2025, a produção de petróleo do navio-plataforma P-78, no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading) tem capacidade de produzir 180 mil barris de óleo e 7,2 milhões de metros cúbicos de gás por dia,

O post Petrobras inicia produção do FPSO P-78 em Búzios, maior campo do pré-sal apareceu primeiro em MarNews.

]]>
A Petrobras iniciou, em 31 de dezembro de 2025, a produção de petróleo do navio-plataforma P-78, no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading) tem capacidade de produzir 180 mil barris de óleo e 7,2 milhões de metros cúbicos de gás por dia, marcando um novo recorde para o maior campo do país em reservas e produção.

Detalhes técnicos da P-78

A P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios e a primeira de uma nova família de projetos próprios da Petrobras, concebida por meio do PBRef (Projeto Básico de Referência). O projeto consolidou centenas de lições aprendidas das primeiras unidades do pré-sal, trazendo maior segurança e confiabilidade. A plataforma também passou por mudanças na estratégia de contratação e construção, por meio do Programa FORTALECE (PROFORT), que estabeleceu modelo contratual e requisitos técnicos de qualidade e eficiência para os estaleiros, com compromisso mínimo de 25% de conteúdo local.

Impacto na produção nacional

Com a entrada da P-78, a capacidade instalada de produção do campo de Búzios salta para aproximadamente 1,15 milhão de barris de petróleo por dia. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou que a meta para 2026 é produzir 2,5 milhões de barris por dia, com grande parte vindo de Búzios. Além disso, o FPSO permitirá exportar gás para o continente via interligação com o gasoduto ROTA 3, expandindo a oferta de gás no Brasil em até 3 milhões de m³ por dia.

Contexto geopolítico e econômico

O pré-sal brasileiro é uma das maiores províncias petrolíferas do mundo, e Búzios, localizado a cerca de 200 km da costa do Rio de Janeiro, é o campo com maior volume de óleo equivalente do país. A entrada da P-78 reforça a posição do Brasil como um dos maiores produtores globais de petróleo, em um momento de alta demanda energética e volatilidade nos preços internacionais. A ampliação da oferta de gás natural também contribui para a segurança energética nacional e para a redução da dependência de importações.

Perspectivas para o setor offshore

A nova plataforma representa um avanço na tecnologia de exploração em águas ultraprofundas, com lâmina d’água superior a 2.000 metros. A Petrobras planeja ainda a instalação de mais unidades em Búzios, como a P-79 e a P-80, consolidando o campo como o maior polo produtor do país. O sucesso do projeto também abre caminho para novos investimentos em conteúdo local e na cadeia de fornecedores brasileiros, gerando empregos e renda.

Fontes e Referências

O post Petrobras inicia produção do FPSO P-78 em Búzios, maior campo do pré-sal apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/petrobras-inicia-producao-do-fpso-p-78-em-buzios-maior-campo-do-pre-sal/feed/ 0
Brasileiro embarcado pode ganhar até 4 vezes menos que estrangeiro na mesma função offshore https://marnews.com.br/brasileiro-embarcado-pode-ganhar-ate-4-vezes-menos-que-estrangeiro-na-mesma-funcao-offshore/ https://marnews.com.br/brasileiro-embarcado-pode-ganhar-ate-4-vezes-menos-que-estrangeiro-na-mesma-funcao-offshore/#respond Thu, 21 May 2026 10:33:40 +0000 https://marnews.com.br/brasileiro-embarcado-pode-ganhar-ate-4-vezes-menos-que-estrangeiro-na-mesma-funcao-offshore/ Diferença salarial entre trabalhadores brasileiros e expatriados levanta debate sobre valorização profissional na indústria marítima e offshore global. Enquanto trabalhadores offshore brasileiros comemoram salários entre R$ 12 mil e R$ 20 mil líquidos em escalas como 14×14, profissionais estrangeiros executando funções semelhantes em operações internacionais frequentemente recebem entre US$ 300 e US$ 700 por dia

O post Brasileiro embarcado pode ganhar até 4 vezes menos que estrangeiro na mesma função offshore apareceu primeiro em MarNews.

]]>
Diferença salarial entre trabalhadores brasileiros e expatriados levanta debate sobre valorização profissional na indústria marítima e offshore global.

Enquanto trabalhadores offshore brasileiros comemoram salários entre R$ 12 mil e R$ 20 mil líquidos em escalas como 14×14, profissionais estrangeiros executando funções semelhantes em operações internacionais frequentemente recebem entre US$ 300 e US$ 700 por dia embarcado — o equivalente a dezenas de milhares de reais por mês.

A diferença chama atenção principalmente em cargos técnicos especializados, operação de produção, manutenção mecânica e oficiais da marinha mercante.

Comparação salarial (dólar a R$ 5,50)

Operador de Produção Offshore

Brasil: R$ 12 mil a R$ 18 mil/mês (escala 14×14)
Exterior: US$ 350/dia × 28 dias = US$ 9.800/mês ≈ R$ 53.900/mês
Diferença: estrangeiro ganha cerca de 3 vezes mais.

Mecânico Offshore / Maintenance Technician

Brasil: R$ 10 mil – R$ 16 mil/mês
Exterior: US$ 300–450/dia → US$ 8.400–12.600/mês ≈ R$ 46 mil–69 mil/mês
Diferença: 2,5x a 5x maior.

Oficial de Máquinas (Merchant Marine Engineer Officer)

Brasil: ≈ R$ 15 mil – R$ 25 mil/mês
Exterior: US$ 500–800/dia → US$ 14 mil–22 mil/mês ≈ R$ 77 mil–121 mil/mês
Diferença: 3x a 5x.

Oficial de Náutica (Deck Officer)

Brasil: ≈ R$ 12 mil–22 mil
Exterior: US$ 400–700/dia → ≈ R$ 61 mil–108 mil/mês
Diferença: 3x–4x.

Chefe de Máquinas / Chief Engineer

Brasil: ≈ R$ 25 mil–40 mil
Exterior: US$ 700–1.200/dia → ≈ R$ 107 mil–184 mil/mês
Diferença: até 5 vezes.

Por que essa diferença existe?

Especialistas apontam alguns fatores:

  1. Mercado internacional paga por escassez global de mão de obra especializada.
  2. Operações internacionais frequentemente exigem certificações extras: STCW avançado, DP, idiomas, experiência em FPSO, LNG e operações internacionais.
  3. Regimes tributários diferentes.
  4. Expatriados recebem adicionais: periculosidade, hardship allowance, seguro internacional, bônus de retenção, mobilização, previdência privada, auxílio familiar.
  5. Trabalhadores locais muitas vezes são contratados em mercados onde a remuneração acompanha o padrão econômico do país.

Um chapista nos EUA pode ganhar mais?

Dependendo da região dos EUA, sim. Chapistas automotivos especializados podem receber US$ 25–45/hora, com horas extras chegando a US$ 6 mil–10 mil/mês (R$ 33 mil–55 mil). Ou seja, um trabalhador manual altamente especializado em terra nos EUA pode atingir renda semelhante ou superior a profissionais embarcados brasileiros.

O grande debate

A pergunta que cresce entre trabalhadores offshore brasileiros é: a indústria brasileira está pagando abaixo do valor global para profissionais altamente especializados? Enquanto isso, empresas argumentam que salários acompanham custo local, legislação e competitividade regional. Para muitos embarcados, dominar inglês técnico e buscar certificações internacionais tornou-se o caminho mais rápido para multiplicar salários.

Referências: Glassdoor, Shelter Cursos, estimativas de mercado offshore global (Golfo do México, Mar do Norte e África Ocidental).

O post Brasileiro embarcado pode ganhar até 4 vezes menos que estrangeiro na mesma função offshore apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/brasileiro-embarcado-pode-ganhar-ate-4-vezes-menos-que-estrangeiro-na-mesma-funcao-offshore/feed/ 0
Oportunidades de investimento em petróleo e gás no Brasil são foco da EPE na OTC 2026 https://marnews.com.br/oportunidades-de-investimento-em-petroleo-e-gas-no-brasil-sao-foco-da-epe-na-otc-2026/ https://marnews.com.br/oportunidades-de-investimento-em-petroleo-e-gas-no-brasil-sao-foco-da-epe-na-otc-2026/#respond Thu, 21 May 2026 10:13:03 +0000 https://marnews.com.br/oportunidades-de-investimento-em-petroleo-e-gas-no-brasil-sao-foco-da-epe-na-otc-2026/ Com a expansão das energias renováveis e a transição energética global, o Brasil continua a se destacar como um dos destinos mais atrativos para investimentos em petróleo e gás. Durante a Offshore Technology Conference (OTC) 2026, realizada em Houston, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apresentou as oportunidades do setor brasileiro, destacando a segurança jurídica,

O post Oportunidades de investimento em petróleo e gás no Brasil são foco da EPE na OTC 2026 apareceu primeiro em MarNews.

]]>
Com a expansão das energias renováveis e a transição energética global, o Brasil continua a se destacar como um dos destinos mais atrativos para investimentos em petróleo e gás. Durante a Offshore Technology Conference (OTC) 2026, realizada em Houston, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) apresentou as oportunidades do setor brasileiro, destacando a segurança jurídica, o potencial de novas descobertas e a competitividade dos custos de produção.

O pavilhão Brasil na OTC 2026 recebeu visitantes de diversas partes do mundo, interessados em conhecer as últimas novidades do pré-sal e as perspectivas para novas rodadas de licitação. A EPE, em parceria com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), apresentou um panorama detalhado das bacias sedimentares brasileiras, com ênfase nas áreas de maior potencial exploratório.

Segundo os especialistas presentes, o Brasil possui uma das maiores reservas de petróleo do mundo, com destaque para a Bacia de Santos, onde estão localizados os campos do pré-sal. A produção atual ultrapassa 3 milhões de barris por dia, e as projeções indicam crescimento nos próximos anos, impulsionado por novos projetos de desenvolvimento.

Além do petróleo, o gás natural também ganhou destaque, com a perspectiva de aumento da oferta a partir de campos offshore e do gás não convencional. A EPE ressaltou a importância do gás como combustível de transição e como insumo para a indústria petroquímica.

Outro ponto abordado foi a descarbonização da produção offshore, com investimentos em tecnologias de captura e armazenamento de carbono (CCS) e em energias renováveis integradas às plataformas. O Brasil já possui projetos-piloto nessa área, e a expectativa é que se tornem referência mundial.

A participação brasileira na OTC 2026 reforça o compromisso do país em atrair investimentos estrangeiros e em manter-se como um player relevante no mercado global de energia. As rodadas de licitação previstas para os próximos anos devem gerar oportunidades para empresas de todos os portes, desde as grandes petroleiras até fornecedores de bens e serviços.

Para os profissionais do setor offshore, as perspectivas são positivas, com a previsão de aumento na demanda por mão de obra especializada, tanto em terra quanto embarcada. A qualificação profissional e a atualização tecnológica são diferenciais importantes para quem deseja aproveitar as oportunidades que surgirão.

Em resumo, a OTC 2026 foi um palco importante para o Brasil mostrar seu potencial e atrair novos investimentos, consolidando sua posição como um dos principais destinos para o setor de petróleo e gás no mundo.

O post Oportunidades de investimento em petróleo e gás no Brasil são foco da EPE na OTC 2026 apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/oportunidades-de-investimento-em-petroleo-e-gas-no-brasil-sao-foco-da-epe-na-otc-2026/feed/ 0
Escassez de profissionais técnicos faz salários dispararem: mecânicos diesel offshore podem ganhar mais que engenheiros e médicos https://marnews.com.br/escassez-de-profissionais-tecnicos-faz-salarios-dispararem-mecanicos-diesel-offshore-podem-ganhar-mais-que-engenheiros-e-medicos/ https://marnews.com.br/escassez-de-profissionais-tecnicos-faz-salarios-dispararem-mecanicos-diesel-offshore-podem-ganhar-mais-que-engenheiros-e-medicos/#respond Tue, 19 May 2026 23:36:16 +0000 https://marnews.com.br/escassez-de-profissionais-tecnicos-faz-salarios-dispararem-mecanicos-diesel-offshore-podem-ganhar-mais-que-engenheiros-e-medicos/ A ideia de que apenas cargos universitários garantem altos salários está sendo desafiada por uma realidade crescente no setor industrial e offshore. Técnicos especializados em manutenção de motores diesel, sistemas mecânicos pesados e equipamentos críticos estão alcançando remunerações que podem superar profissões tradicionalmente prestigiadas. Relatos do mercado indicam que mecânicos de manutenção diesel embarcados, dependendo

O post Escassez de profissionais técnicos faz salários dispararem: mecânicos diesel offshore podem ganhar mais que engenheiros e médicos apareceu primeiro em MarNews.

]]>
A ideia de que apenas cargos universitários garantem altos salários está sendo desafiada por uma realidade crescente no setor industrial e offshore. Técnicos especializados em manutenção de motores diesel, sistemas mecânicos pesados e equipamentos críticos estão alcançando remunerações que podem superar profissões tradicionalmente prestigiadas.

Relatos do mercado indicam que mecânicos de manutenção diesel embarcados, dependendo da experiência e certificações, podem receber entre R$ 20 mil e R$ 35 mil por mês, especialmente em operações offshore, embarcações e plataformas de petróleo.

O fenômeno é impulsionado por três fatores principais

1. Escassez de mão de obra especializada

Empresas enfrentam dificuldade crescente para contratar profissionais com experiência prática em motores diesel de grande porte, sistemas de propulsão marítima, equipamentos offshore, manutenção preditiva, diagnóstico avançado e operação industrial crítica. A falta desses profissionais aumenta o poder de negociação salarial.

2. Aposentadoria da geração experiente

Muitos técnicos experientes estão deixando o mercado, enquanto poucos jovens entram em áreas industriais pesadas. Estudos globais indicam envelhecimento da força de trabalho industrial, criando um déficit de profissionais qualificados.

3. Alto custo de parada operacional

Em plataformas, navios ou unidades industriais, horas paradas podem representar prejuízos milionários. Isso faz empresas valorizarem profissionais capazes de evitar falhas críticas.

Quanto podem ganhar profissionais técnicos especializados?

Os valores variam conforme experiência, certificações e regime de trabalho:

  • Mecânico diesel offshore júnior: R$ 15 mil – R$ 22 mil
  • Mecânico diesel offshore pleno: R$ 20 mil – R$ 28 mil
  • Mecânico diesel offshore sênior: R$ 28 mil – R$ 35 mil+
  • Especialistas embarcados internacionais: acima de R$ 40 mil

Os valores podem incluir adicionais embarcados, periculosidade, bônus operacionais e regimes especiais.

Técnicos ultrapassando engenheiros?

Em alguns cenários, sim. Enquanto médias nacionais para diversas engenharias ficam abaixo de cargos técnicos altamente especializados, profissionais com experiência prática em sistemas críticos podem receber remuneração superior.

O mercado offshore está mudando

A transição energética, expansão do petróleo offshore profundo e aumento da automação industrial devem elevar ainda mais a demanda por profissionais capazes de manter sistemas complexos funcionando. Empresas procuram cada vez mais profissionais com inglês técnico, certificações industriais, experiência embarcada, conhecimento em diagnóstico avançado e capacidade de atuar sob pressão.

Formação técnica pode virar vantagem estratégica

Durante décadas, o ensino superior foi visto como principal caminho para altos salários. Porém, setores industriais mostram uma mudança: especialização prática + experiência + certificações estão criando profissionais extremamente disputados. Para muitos jovens, cursos técnicos ligados a manutenção industrial, automação, mecânica pesada e operação offshore podem representar um caminho mais rápido para altas remunerações.

Conclusão

Em uma indústria onde uma única falha pode custar milhões, profissionais capazes de manter equipamentos críticos operando com segurança tornam-se ativos valiosos. O resultado é um mercado que recompensa conhecimento técnico especializado com salários que, em alguns casos, superam profissões tradicionalmente consideradas mais prestigiadas.

Fontes consultadas: Portal Salário, Glassdoor Brasil, Catho Profissões, Salários Brasil.

O post Escassez de profissionais técnicos faz salários dispararem: mecânicos diesel offshore podem ganhar mais que engenheiros e médicos apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/escassez-de-profissionais-tecnicos-faz-salarios-dispararem-mecanicos-diesel-offshore-podem-ganhar-mais-que-engenheiros-e-medicos/feed/ 0
Salários de Técnicos Offshore Superam Profissões Tradicionais no Brasil https://marnews.com.br/salarios-de-tecnicos-offshore-superam-profissoes-tradicionais-no-brasil/ https://marnews.com.br/salarios-de-tecnicos-offshore-superam-profissoes-tradicionais-no-brasil/#respond Tue, 19 May 2026 16:05:06 +0000 https://marnews.com.br/salarios-de-tecnicos-offshore-superam-profissoes-tradicionais-no-brasil/ Em uma indústria onde uma única falha pode custar milhões, profissionais capazes de manter equipamentos críticos operando com segurança tornam-se ativos valiosos. O resultado é um mercado que recompensa conhecimento técnico especializado com salários que, em alguns casos, superam profissões tradicionalmente consideradas mais prestigiadas. Segundo dados do Portal Salário, Glassdoor Brasil, Catho Profissões e Salários

O post Salários de Técnicos Offshore Superam Profissões Tradicionais no Brasil apareceu primeiro em MarNews.

]]>
Em uma indústria onde uma única falha pode custar milhões, profissionais capazes de manter equipamentos críticos operando com segurança tornam-se ativos valiosos. O resultado é um mercado que recompensa conhecimento técnico especializado com salários que, em alguns casos, superam profissões tradicionalmente consideradas mais prestigiadas.

Segundo dados do Portal Salário, Glassdoor Brasil, Catho Profissões e Salários Brasil, a média salarial de um técnico de manutenção offshore gira em torno de R$ 11.602, podendo ultrapassar R$ 20 mil em posições seniores. O valor supera a média de muitas carreiras tradicionais, como direito e administração.

A demanda por profissionais qualificados na área offshore, especialmente nos setores de petróleo, gás e manutenção industrial, tem impulsionado os salários. A especialização em equipamentos críticos, como sistemas de perfuração e compressores, é um diferencial que eleva a remuneração.

Para quem busca ingressar na carreira, cursos técnicos em mecânica, elétrica e automação são os mais requisitados. A experiência prática e certificações internacionais também agregam valor ao currículo.

MarNews | Mercado Offshore & Indústria
Acompanhe tendências salariais, petróleo, gás, manutenção industrial e o futuro das profissões técnicas especializadas.

O post Salários de Técnicos Offshore Superam Profissões Tradicionais no Brasil apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/salarios-de-tecnicos-offshore-superam-profissoes-tradicionais-no-brasil/feed/ 0
Crise no Estreito de Ormuz: Tráfego de Petroleiros Cai 70% e Mais de 150 Navios Ficam Ancorados https://marnews.com.br/crise-no-estreito-de-ormuz-trafego-de-petroleiros-cai-70-e-mais-de-150-navios-ficam-ancorados/ https://marnews.com.br/crise-no-estreito-de-ormuz-trafego-de-petroleiros-cai-70-e-mais-de-150-navios-ficam-ancorados/#respond Tue, 19 May 2026 09:02:48 +0000 https://marnews.com.br/crise-no-estreito-de-ormuz-trafego-de-petroleiros-cai-70-e-mais-de-150-navios-ficam-ancorados/ A crise geopolítica no Estreito de Ormuz atingiu níveis críticos em 2026, com a queda de 70% no tráfego de petroleiros e mais de 150 navios ancorados fora do estreito, aguardando condições seguras para travessia. A situação, desencadeada pela guerra Irã-2026, levou a suspensão de operações de diversas empresas de navegação, gerando impactos significativos no

O post Crise no Estreito de Ormuz: Tráfego de Petroleiros Cai 70% e Mais de 150 Navios Ficam Ancorados apareceu primeiro em MarNews.

]]>
A crise geopolítica no Estreito de Ormuz atingiu níveis críticos em 2026, com a queda de 70% no tráfego de petroleiros e mais de 150 navios ancorados fora do estreito, aguardando condições seguras para travessia. A situação, desencadeada pela guerra Irã-2026, levou a suspensão de operações de diversas empresas de navegação, gerando impactos significativos no comércio global de petróleo e gás.

De acordo com informações da Wikipedia, a crise teve início em 28 de fevereiro de 2026 e continua até o presente momento (2 meses e 3 semanas). O estreito, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, tornou-se uma zona de alto risco após ameaças iranianas e ataques a embarcações. Como resultado, o tráfego de petroleiros caiu drasticamente, com muitos navios optando por rotas alternativas ou permanecendo em águas seguras.

Analistas do setor marítimo alertam que a crise pode levar a um aumento nos preços do petróleo e a interrupções na cadeia de suprimentos globais. A comunidade internacional acompanha com preocupação os desdobramentos, enquanto esforços diplomáticos tentam encontrar uma solução para o impasse.

O MarNews continuará monitorando a situação e trazendo atualizações sobre os impactos no setor offshore e marítimo.

O post Crise no Estreito de Ormuz: Tráfego de Petroleiros Cai 70% e Mais de 150 Navios Ficam Ancorados apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/crise-no-estreito-de-ormuz-trafego-de-petroleiros-cai-70-e-mais-de-150-navios-ficam-ancorados/feed/ 0
Operação Europeia Desmantela Rota do Tráfico de Cocaína no Atlântico https://marnews.com.br/operacao-europeia-desmantela-rota-do-trafico-de-cocaina-no-atlantico/ https://marnews.com.br/operacao-europeia-desmantela-rota-do-trafico-de-cocaina-no-atlantico/#respond Tue, 19 May 2026 01:24:14 +0000 https://marnews.com.br/operacao-europeia-desmantela-rota-do-trafico-de-cocaina-no-atlantico/ Em uma operação coordenada entre agências de segurança europeias, a chamada ‘Cocaine Highway’ no Atlântico foi desmantelada com a apreensão de 11 toneladas de cocaína. A ação envolveu a interceptação de embarcações de casco rígido (RHIB) entre as Ilhas Canárias e os Açores, uma rota utilizada por traficantes para transportar drogas da América do Sul

O post Operação Europeia Desmantela Rota do Tráfico de Cocaína no Atlântico apareceu primeiro em MarNews.

]]>
Em uma operação coordenada entre agências de segurança europeias, a chamada ‘Cocaine Highway’ no Atlântico foi desmantelada com a apreensão de 11 toneladas de cocaína. A ação envolveu a interceptação de embarcações de casco rígido (RHIB) entre as Ilhas Canárias e os Açores, uma rota utilizada por traficantes para transportar drogas da América do Sul para a Europa.

Segundo a Europol, a operação foi resultado de meses de investigação e contou com a participação de autoridades marítimas de Portugal, Espanha, França e Reino Unido. As embarcações apreendidas eram equipadas com motores de alta potência e sistemas de navegação avançados, permitindo viagens rápidas e furtivas pelo Atlântico.

O sucesso da operação representa um duro golpe nas redes de tráfico internacional, que utilizavam o corredor marítimo como principal via de entrada de cocaína no continente europeu. As investigações continuam para identificar os líderes das organizações criminosas envolvidas.

O post Operação Europeia Desmantela Rota do Tráfico de Cocaína no Atlântico apareceu primeiro em MarNews.

]]>
https://marnews.com.br/operacao-europeia-desmantela-rota-do-trafico-de-cocaina-no-atlantico/feed/ 0